Biblioteca Nacional lança reedição de “Chiquinho” e promete edição de seis obras por ano
A curadora da Biblioteca Nacional, Fátima Fernandes, garantiu hoje que a instituição pretende editar para o ano 2018 seis livros, e já na segunda-feira, 23, prevê o lançamento da reedição do “Chiquinho”, de Baltasar Lopes da Silva.
Fátima Fernandes deu essa garantia à Inforpress numa declaração em que falava da retoma de uma das vertentes da Biblioteca Nacional que é a edição de livros.
“O projecto mínimo é de quatro obras por ano para uma colecção que já está aprovada como os ‘clássicos’ e ao mesmo tempo estamos em divida para com a sociedade relativamente aos prémios e revelações mais actuais”, disse.
Neste propósito, salientou, a Biblioteca Nacional, para a Colecção Clássicos, lançou Eugénio Tavares, vai lançar “Chiquinho” e mornas “Eram as Noites”, duas obras que fazem parte do Plano de Leitura Escolar.
Além destas, avançou que a instituição quer também editar mais duas, obras sendo “Contar Mar e Vento”, de Teixeira de Sousa, e “Faminto”, de Luís Romano.
“Também queríamos editar as obras que estão ligadas aos prémios anuais, com a Academia de Letras temos o prémio o Livro do Ano, e no quadro dos concursos que vamos lançar pensamos em ter duas linhas: uma de revelação e outra em língua cabo-verdiana”, explicou.
Neste âmbito, a curadora da Biblioteca Nacional diz sentir-se satisfeita se, pelo menos, conseguir editar seis obras anualmente.
No Dia dos Professores, segunda-feira, em tributo ao escritor Baltazar Lopes da Silva, a Biblioteca Nacional vai homenagear os docentes com a reedição do “Chiquinho” por serem eles quem mais usa a obra nas salas de aula.
Fonte: InforPress